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A BÍBLIA DA FEITIÇARIA O Manual Completo dos Feiticeiros

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    A BÍBLIA DA FEITIÇARIAO Manual Completo dos Feiticeiros  Janet e Stewart Farrar  INTRODUÇÃO 1  A feitiçaria moderna, na Europa e nos EUA, é um fato. Ela no é mais uma rel!"uia su#terr$nea da "ual a %amada restante, e até mesmo a pr&pria e'ist(n%ia, é a%irradamente disputada pelos antropolo)istas. Ela no é mais o passatempo #i*arro de um pun+ado de e'%(ntri%os. Ela é a prti%a reli)iosa ati-a de um nmero su#stan%ial de pessoas. /o#re o "uo )rande é este nmero no e'iste %erte*a, por"ue a 0i%%a, além do %o-en indi-idual, no é uma reli)io +ierar"ui%amente or)ani*ada. Onde or)ani*açes formais de fato e'istem, %omo nos Estados Unidos, isto se apli%a 2 ra*es le)ais e tri#utrias, no para uniformidade do)mti%a ou o nmero de mem#ros. 3orém os nmeros so, por e'emplo, sufi%ientes para manter uma -ariedade de peri&di%os ati-os e para 4ustifi%ar a pu#li%aço de um %orpo literrio sempre %res%ente, em am#os os lados do Atl$nti%o5 portanto uma estimati-a ra*o-el seria a de "ue os adeptos da 0i%%a em ati-idade %+e)am a)ora 2 de*enas de mil+ares, no m!nimo. E toda e-id(n%ia su)ere "ue o nmero est %res%endo %om re)ularidade.A 0i%%a é ao mesmo tempo uma reli)io e uma Arte 6 aspe%tos "ue 7ar)aret 7urra8 distin)uiu %omo 9uma feitiçaria :Arte; ritual< e 9feitiçaria operati-a<. =omo uma reli)io 6 tal %omo em "ual"uer outra reli)io, seu prop&sito é %olo%ar o indi-!duo e o )rupo em +armonia %om o prin%!pio %riati-o Di-ino do =osmos, e suas manifestaçes, em todos os n!-eis. =omo uma Arte, seu prop&sito é atin)ir fins prti%os por meios ps!"ui%os, para  prop&sitos #ons, teis e de %ura. Em am#os os aspe%tos, as %ara%ter!sti%as distintas da 0i%%a so a sua atitude orientada na Nature*a, sua autonomia em pe"uenos )rupos sem "ual"uer -a*io entre o sa%erdotado e a 9%on)re)aço<, e sua filosofia de polaridade %riati-a em todos os n!-eis, desde Deusa e Deus até /a%erdoti*a e /a%erdote. Este li-ro est rela%ionado ao primeiro aspe%to 6 0i%%a %omo uma reli)io, ritualmente e'pressada.As feiti%eiras, %omo um todo, )ostam de ritual 6 e elas :>; so pessoas naturalmente ale)res. =omo os adoradores de outras reli)ies, elas %r(em "ue o ritual apropriado as ele-a e enri"ue%e. 7as seus rituais tendem 2 ser mais -ariados do "ue em outros %redos, -ariando desde o formal até o espont$neo e tam#ém diferen%iando de %o-en para %o-en, se)undo suas prefer(n%ias indi-iduais e as es%olas de pensamento :?ardneriana, Ale'andrina, @Tradi%ional, =elta, Diani%a, /a'Bni%a, e da! para frente; nas "uais eles se #asearam. :> /endo a Tradiço 7)i%a essen%ialmente feminina, eu tradu*i 0it%+Ces %omo eiti%eiraCs, apesar de "ue uma traduço 9normal< seria no mas%ulino de-ido ao %ostume imposto pela so%iedade em se dar prefer(n%ia 2 este )(nero ao se referir 2 %oleti-idade +umana;. 7as ao passo "ue o rea-i-amento 0i%%a do sé%ulo -inte amadure%e :e em muitos %o-ens  passa para sua /e)unda )eraço;, a animosidade entre es%olas "ue frustra-a seus primeiros anos tem diminu!do %onsider-elmente. Os do)mti%os ainda se %riti%am entre si nos  peri&di%os 6 mas seu do)matismo é %ondenado de forma %res%ente por outros %orrespondentes %omo sendo intilmente separatista5 e a maioria dos %o-ens %omuns est simplesmente entediada %om isso. Os anos l+es tem ensinado "ue seus pr&prios %amin+os fun%ionam 6 e se :%omo nosso pr&prio %o-en; eles tem ami)os de outros %amin+os, estes tam#ém -ieram 2 %ompreender "ue aqueles  %amin+os tam#ém fun%ionam. Desta maior toler$n%ia mtua sur)iu um entendimento mais amplo da #ase %omum da 0i%%a, seu esp!rito essen%ial "ue pou%o tem 2 -er %om os detal+es da forma. Tam#ém, %om a tro%a de idéias atra-és da pala-ra es%rita e atra-és do %onta%to pessoal mais a#erto, + um %orpo %res%ente de tradiço %ompartil+ada do "ual todos podem usufruir.   F %omo uma %ontri#uiço para este %res%imento "ue ofere%emos nosso presente li-ro. 3ara ser -lido, e til, "ual"uer %ontri#uiço desse tipo de-e ser um ramo #rotando de modo saud-el a partir do tron%o me da nossa +ist&ria ra%ial, tanto "uanto as formas espe%!fi%as da prti%a 0i%%a %omo ela a)ora sustenta :em nosso %aso as formas ?ardnerianaCAle'andrina;5 e isso é o "ue temos tra#al+ado para reali*ar.Afortunadamente, e'iste uma estrutura "ue é %omum para todos os %amin+os 0i%%a, e de-eras 2 muitos outrosG as Oito =ele#raçes. O moderno %alendrio da feiti%eira :"ual"uer "ue se4a sua @es%ola; tem sua rai*, %omo a"uele de seus ante%essores atra-és dos sé%ulos in%ont-eis, nos /a#s, %ele#raçes sa*onais "ue mar%am pontos -itais no ano natural, pois a 0i%%a, %omo temos su#lin+ado, é uma reli)io e Arte orientada 2 Nature*a. E uma -e* "ue, para as feiti%eiras, a Nature*a é uma realidade de n!-eis mltiplos, seu @ano natural in%lui muitos aspe%tos 6 a)r!%ola,  pastoral, -ida sel-a)em, #ot$ni%a, solar, lunar, planetria, ps!"ui%a 6 sendo "ue as marés e %i%los destes todos afetam ou refletem entre si. Os /a#s so os %amin+os das feiti%eiras  para %ele#rar, e %olo%Hlas em sintonia, %om essas marés e %i%los. 3ois +omens e mul+eres tam#ém so parte da Nature*a de mltiplos n!-eis5 e as feiti%eiras se esforçam, %ons%iente e %onstantemente, para e'pressar a"uela unidade. Os /a#s das feiti%eiras so oitoG IMBOLG ,  de e-ereiro :tam#ém %+amado =andlemas, Oimel%, Im#ol%;. EQI!"CIO DA #RIMA$ERA , 1 de 7arço :Al#an Eilir;. BEALTAI!E , J de A#ril :Keltane, 7a8 E-e, Noite de 0alpur)is, =8ntef8n, Roodmass;. #LE!O $ER%O ,  de Lun+o :/olst!%io de Mero, Al#an efin5 al)umas -e*es tam#ém %+amado Keltane;. LG&!A'AD& , 1 de Lul+o :Au)ust E-e, ammas E-e, Méspera do Dia da /en+ora;. EQI!"CIO DE OTO!O , 1 de /etem#ro :Al#an Elfed;. 'AM&AI! , 1 de Outu#ro :alloPeen, Méspera do dia de Todos os /antos, =alan ?aeaf;. (LE ,  de De*em#ro :/olst!%io de In-erno, Al#an Art+an;. Dentre estes, Im#ol), Kealtaine, u)+nasad+ e /am+ain so os @/a#s 7aiores5 os E"uin&%ios e /olst!%ios so os @/a#s 7enores. :As datas reais dos E"uin&%ios e /olst!%ios  podem -ariar em um dia ou dois no uso tradi%ional, e tam#ém de ano a ano em fato astronBmi%o, ao passo "ue os /a#s 7aiores tendem 2 en-ol-er am#os 9Méspera< e o 9Dia< se)uinte;. Os /a#s 7enores solarHastronBmi%os so ao mesmo tempo mais anti)os e mais no-os do "ue os /a#s 7aiores naturaisHde fertilidade 6 mais anti)os no sentido em "ue eles foram a preo%upaço altamente sofisti%ada dos misteriosos po-os 7e)al!ti%os "ue ante%ederam aos =eltas, Romanos e /a'es nas mar)ens do Atl$nti%o Europeu por mil+ares de anos5 mais no-os, no sentido "ue os =eltas 6 tal-e* a maior influ(n%ia ni%a ao dar 2 Anti)a Reli)io o formato ritual -erdadeiro no "ual ela tem so#re-i-ido no O%idente 6 no eram de orientaço solar e %ele#ra-am apenas os /a#s 7aiores, até o "ue 7ar)aret 7urra8 denominou %omo os 9in-asores solsti%iais< :os /a'es e outros po-os "ue se estenderam na direço oeste %om a "ueda do Império Romano; se reuniu e intera)iu %om a tradiço =elta. E ainda assim eles trou'eram apenas os /olst!%iosG 9Os E"uin&%ios, di* 7urra8, 9nun%a foram o#ser-ados na Kretan+a<. :3ara al)umas refle'es so#re %omo eles su#se"uentemente entraram no fol%lore Kreto, -ide p)ina Q :do ori)inal; 6 e lem#reHse   de "ue, desde 7urra8, mais %oisas se tem aprendido so#re astronomia 7e)al!ti%a, "ue pode muito #em ter dei'ado enterradas as mem&rias do po-o para serem re-i-idas mais tarde;.Tudo isso é refletido no fato de "ue so os /a#s 7aiores "ue tem nomes ?aéli%os. Dentre as -rias formas "ue as feiti%eiras utili*am, n&s es%ol+emos as ?aéli%o Irlandesas, por moti-o pessoal e +ist&ri%o 6 pessoal por"ue -i-emos na Irlanda, onde a"uelas formas  possuem si)nifi%ados -i-os5 +ist&ri%o, por"ue a Irlanda foi o ni%o pa!s =elta "ue nun%a foi a#sor-ido pelo Império Romano, e portanto é na mitolo)ia Irlandesa e em sua anti)a lin)ua)em "ue os %ontornos da Anti)a Reli)io podem ser muitas -(*es mais %laramente dis%ernidos :1;. 7esmo a I)re4a =elta permane%eu o#stinadamente independente do Mati%ano por muitos sé%ulos :;. :1; A Irlanda -irtualmente es%apou dos +orrores da perse)uiço 2 feitiçaria. Dos sé%ulos "uator*e ao de*oito apenas um pun+ado de pro%essos por feitiçaria esto re)istrados. 9Na In)laterra e na Es%&%ia durante o per!odo medie-al e per!odos posteriores de sua e'ist(n%ia, a feitiçaria era uma ofensa %ontra as leis de Deus e do +omem5 na Irlanda =élti%a as relaçes %om o in-is!-el no eram %onsideradas %om tal a-erso, e de-eras possu!am a sanço de %ostume e anti)uidade< :/t Lo+n D. /e8mour,  Feitiçaria e Demonologia  Irlandesa , p. 6 e /e8mour era um te&lo)o %risto es%re-endo em 1S1.; Nem e'iste "ual"uer e-id(n%ia de tortura sendo usada para e'trair pro-as nos pou%os pro%essos Irlandeses por feitiçaria, e'%eto pelo açoitamento em 1 de 3etronilla of 7eat+, ser-içal da Dama Ali%e 8teler, por ordens do Kispo de Ossor8, e "ue 9pare%e ter sido %ondu*ido ao "ue pode ser %onsiderado uma maneira puramente no ofi%ial< : ibid  .,pp.1H1S;.:; E'iste uma pe"uena %omunidade russa Ortodo'a na Irlanda, #aseada nos e'ilados da Russia5 de modo interessante, 9ela atraiu um )rande nmero de Irlandeses %on-ertidos, al)uns dos "uais %onsideramHna %omo a I)re4a Irlandesa "ue e'istia desde antes da %+e)ada de /o 3atr!%io até os anos "ue se)uiram 2 in-aso de enri"ue e o esta#ele%imento das li)açes %om Roma< : Sunday Press , Du#lin, 1 de 7arço de 1SQ;.7ais ainda, a Irlanda é ainda predominantemente a)r!%ola e uma %omunidade de dimenses +umanas, onde as mem&rias do po-o ainda flores%em as "uais em outros lu)ares morreram na sel-a de %on%reto. Arran+e a %amada superior do =ristianismo Irland(s, e -o%e %+e)a de uma -e* 2 ro%+a s&lida do pa)anismo. 7as o uso das formas ?aéli%o Irlandesas é apenas a nossa  es%ol+a, e no )ostar!amos de impBHla 2 nin)uém. 3or "ue es%re-emos este li-ro, %om suas su)estes detal+adas para rituais de /a#, se no dese4amos 9impor< padres 2 outras feiti%eiras 6 o "ue n&s muito %ertamente no fa*emos V  N&s o es%re-emos por"ue oito anos diri)indo nosso pr&prio %o-en nos %on-en%eu de "ue tal tentati-a é ne%essria. E a%+amos "ue isso é ne%essrio por"ue o i-ro das /om#ras, a antolo)ia de ?erald ?ardner de rituais +erdados "ue 6 %om o au'!lio de Doreen Maliente 6 ele ane'ou 4unto 2 elementos modernos a fim de preen%+er os -a*ios e fa*er um todo fun%ional, é surpreendentemente inade"uado em um aspe%toG os Oito /a#s. O rea-i-amento da 0i%%a moderna, "ue se e'pande to rpidamente, tem um dé#ito enorme %om ?erald ?ardner, a despeito do tanto "ue ele possa ter sido %riti%ado em %ertos aspe%tos. /eu i-ro das /om#ras é a pedra de fundaço da forma ?ardneriana da 0i%%a moderna, e tam#ém de seu ramo Ale'andriano5 e ele tem tido %onsider-el influ(n%ia so#re muitos %o-ens Tradi%ionais. Doreen Maliente, tam#ém, mere%e a )ratido de %ada feiti%eira5 al)umas de suas %ontri#uiçes ao i-ro das /om#ras se tornaram suas passa)ens mais   estimadas 6 a In-estidura, por e'emploa de%laraço ni%a e definiti-a da filosofia 0i%%a. 7as por al)uma ra*o, os rituais "ue o i-ro determina para os Oito /a#s so de-eras muito in%ompletos 6 nada to %ompleto e satisfat&rio %omo o resto. O resumo "ue /tePart deu 2 eles no =ap!tulo Q de O Que As Feiticeiras Fazem  :-ide Ki#lio)rafia; pare%eria in%luir tudo o "ue ?ardner teria "ue falar so#re eles. Tudo mais foi dei'ado 2 %ar)o da ima)inaço e %riati-idade dos %o-ens. Al)umas feiti%eiras podem sentir "ue isto é sufi%iente. A 0i%%a é, por fim, uma reli)io natural e espont$nea, na "ual todo %o-en é uma lei para si mesmo, e as formas r!)idas so e-itadas. Nada é e'atamente o mesmo para dois =!r%ulos em operaço 6 e muito %orreto tam#ém, ou ento a 0i%%a iria se fossili*ar. Ento por "ue no dei'ar estes rituais in%ompletos de /a#s %omo eles esto, usHlos %omo um ponto de partida e dei'ar %ada /a# tomar seu pr&prio %urso V Todo mundo %on+e%e a 9sensaço< das estaçes ...  N&s sentimos "ue e'istem duas ra*es por"ue isso não  é sufi%iente. 3rimeiro, os outros rituais #si%os 6 traçar o =!r%ulo, Atrair a WInflu(n%ia daX ua :V;, a In-estidura, a enda da Des%ida da Deusa, e outros 6  são  todos su#stan%iais, e tanto os no-atos "uanto os -eteranos %onsideramHnos -i-os e satisfat&rios. A fle'i#ilidade "ue uma #oa /uma /a%erdoti*a e um  #om /umo /a%erdote tra*em 2 eles e os adornos plane4ados ou espont$neos "ue eles adi%ionam, meramente aperfeiçoam os rituais #si%os e os mantém -i#rantes e -!-idos. /e eles -oltassem para o es#oço ini%ial, as pessoas %omuns seriam %apa*es de fa*er este tanto %om elesV/e)undo, em nossa %i-ili*aço ur#ana, infeli*mente no é -erdade "ue todo mundo %on+e%e a 9sensaço< das estaçes, e'%eto muito superfi%ialmente. Até mesmo muitos moradores do %ampo, %om seus %arros, eletri%idade, tele-iso e supermer%ados padroni*ados de %idade :ou mesmo -ila; %omer%ial, esto not-elmente muito isolados do -erdadeiro $ma)o da  Nature*a. O %on+e%imento ar"uirt!pi%o das marés f!si%as e ps!"ui%as do ano, "ue %riaram tais %on%eitos %omo a ri-alidade fraternal entre o Rei do =ar-al+o e o /anto Rei e sua unio sa%rifi%ial %om a ?rande 7e :apenas para tomar um e'emplo; perfeitamente %ompreens!-el para nossos antepassados 6 %on%eitos "ue, 4unto %om seu sim#olismo, esto to surpreendentemente espal+ados no tempo e no espaço "ue eles devem  ser ar"uet!pi%osG este %on+e%imento est -irtualmente perdido para a %ons%i(n%ia moderna. Os ar"uétipos no podem ser erradi%ados, assim %omo ossos e ner-os no podem5 eles so tam#ém parte de n&s. 7as eles podem fi%ar to profundamente enterrados "ue se e'i)e um esforço deli#erado para reesta#ele%er uma %omuni%aço saud-el e produti-a %om eles. A per%epço de muitas pessoas so#re os ritmos sa*onais est +o4e limitada 2 tais manifestaçes superfi%iais %omo %artes de Natal, o-os de 3s%oa, #an+o de sol, fol+as de outono e so#retudos. E para ser +onesto, os rituais de /a# do i-ro das /om#ras no -o muito mais fundo.3ara retornar 2 n&s mesmos. O nosso é um %o-en Ale'andriano 6 se de-emos amarrar uma eti"ueta em -olta de nossos pes%oços, pois no somos se%taristas por temperamento e  prin%!pio e preferimos simplesmente nos denominar @Pit%+es :feiti%eirasCos;. Temos muitos ami)os ?ardnerianos e Tradi%ionais e %onsideramos seus métodos to -lidos "uanto os nossos. omos ini%iados e treinados por Ale' e 7a'ine /anders, fundamos nosso pr&prio %o-en em ondres no Yule de 1SQJ e dali para frente se)uimos nosso pr&prio 4ul)amento :em um per!odo enfrentando uma ordem de dispensar o %o-en e retornar 2 Ale' para @instruçes %omplementares;. MimoHnos referidos %omo Ale'andrianos 9reformados< 6 o "ue tem al)uma -erdade, no sentido em "ue aprendemos a separar o ine)-el tri)o do Z
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